terça-feira, 14 de março de 2017

Figuras de Linguagem e Orações Subordinadas Substantivas



Atenção alunos(as)! Confiram os slides da Profa. Jamyle (9º Ano-EF) sobre Figuras de Linguagem e Orações Subordinadas Substantivas. 

Revisem esses conteúdos e fiquem atentos às atividades em sala de aula. 

Figuras de Linguagem

Orações Subordinadas Substantivas

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Antonio Candido: a literatura como direito do ser humano


Para o sociólogo e crítico literário Antonio Candido, a literatura tem de ser vista como um direito básico do ser humano

Em seu texto Direitos humanos e Literatura, Antonio Candido defende que a literatura é, ou ao menos deveria ser, um direito básico do ser humano, pois a ficção/fabulação atua no caráter e na formação dos sujeitos.

Primeiramente, ele destaca o que são os direitos humanos, aqueles ligados a alimentação, moradia, vestuário, instrução, saúde, a liberdade individual, o amparo da justiça pública, a resistência a opressão, bem como o direito à crença, à opinião, ao lazer. Este são bens que asseguram a sobrevivência física e também a integridade espiritual. Neste gancho, Candido indaga: e por que não o direito à arte e à literatura também?

Segundo o crítico, a literatura se manifesta universalmente através do ser humano, e em todos os tempos, tem função e papel humanizador. Mas como essa humanização se dá?

De início, A. Candido destaca que chama de literatura, nesse texto, tudo aquilo que tem toque poético, ficcional ou dramático nos mais distintos níveis de uma sociedade, em todas as culturas, desde o folclore, a lenda, as anedotas e até as formas complexas de produção escritas das grandes civilizações. E defende a ideia de que não há um ser humano sequer que viva sem alguma espécie de fabulação/ficção, pois ninguém é capaz de ficar as vinte quatro horas de um dia sem momentos de entrega ao “universo fabulado”.

Se ninguém passa o dia todo sem mergulhar no universo da ficção e da poesia, a literatura (no sentido amplo dado nesse texto) “parece corresponder a uma necessidade universal, que precisa ser satisfeita e cuja satisfação constitui um direito” (CANDIDO, 1989, p. 112). A literatura é, para ele, “o sonho acordado da civilização” (p. 112), e assim como não é possível haver equilíbrio psíquico sem sonho durante o sono, “talvez não haja equilíbrio social sem a literatura” (p. 112). É por esta razão que a literatura é fator indispensável de humanização e confirma o ser humano na sua humanidade, por atuar tanto no consciente quanto no inconsciente.

A literatura tem importância equivalente às formas evidentes de inculcamento intencional, como a educação familiar, grupal ou escolar.  Por isso, as sociedades criam suas manifestações literárias (ficcionais, poéticas e dramáticas) em decorrência de suas crenças, seus sentimentos e suas normas, e assim fortalecem a sua existência e atuação na sociedade. Antonio Candido salienta ainda:

[…] a literatura tem sido um instrumento poderoso de instrução e educação, entrando nos currículos, sendo proposta a cada um como equipamento intelectual e afetivo. Os valores que a sociedade preconiza, ou os que considera prejudicais, estão presentes nas diversas manifestações da ficção, da poesia e da ação dramática. A literatura confirma e nega, propõe e denuncia, apoia e combate, fornecendo a possibilidade de vivermos dialeticamente os problemas. (p. 113).

O crítico ainda chama atenção para a questão do papel formador de personalidade que a literatura tem. Não podemos vê-la como uma experiência inofensiva, mas como uma aventura que pode causar problemas psíquicos e morais, ou seja, a literatura tem papel formador de personalidade, sim, mas não segundo as convenções tradicionalistas; ela seria, na verdade, “a força indiscriminada e poderosa da própria realidade” (p. 113).

A literatura, então, não corrompe e nem edifica, mas humaniza ao trazer livremente em si o que denominamos de bem e de mal. E humaniza porque nos faz vivenciar diferentes realidades e situações. Ela atua em nós como uma espécie de conhecimento porque resulta de um aprendizado, como se fosse uma espécie de instrução. A humanização, de acordo com A. Candido, é:

“[…] o processo que confirma no homem aqueles traços que reputamos essenciais, como o exercício da reflexão, a aquisição do saber, a boa disposição para com o próximo, o afinamento das emoções, a capacidade de penetrar nos problemas da vida, o senso da beleza, a percepção da complexidade do mundo e dos seres, o cultivo do humor. A literatura desenvolve em nós a quota de humanidade na medida em que nos torna mais compreensivos e abertos à natureza, à sociedade e ao semelhante” (p. 117).

Além disso, assevera que “[…] a literatura corresponde a uma necessidade universal que deve ser satisfeita sob a pena de mutilar a personalidade, porque pelo fato de dar forma aos sentimentos e à visão do mundo ela nos organiza, nos liberta do caos e portanto nos humaniza” (p. 122).  E defende o fato de que “a literatura pode ser um instrumento consciente de desmascaramento, pelo fato de focalizar as situações de restrição dos direitos, ou de negação deles, como a miséria, a servidão, a mutilação espiritual.” (p. 122), e por estas razões, a literatura está relacionada com a luta pelos direitos humanos.

Em suma, o que o renomado sociólogo e crítico literário brasileiro defende é que a luta por direitos humanos abrange um estado de coisas em que todos possam ter acesso aos diferentes níveis de cultura. É por isso, portanto, que uma sociedade que seja de fato justa “pressupõe o respeito pelos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável” (p.  126).

Abracemos Antonio Candido!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

As relações semânticas no período composto por coordenação (9 Ano-EF)



Queridos(as) alunos(as),

Confiram os slides sobre "As relações semânticas no período composto por coordenação" disponibilizado pela Profa. Jamyle (9º Ano-EF).

Essas relações são de extrema importância para a construção de sentido(s) dos textos orais e escritos.

Fique ligado(a)!

LINK PARA DOWNLOAD

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Intolerância religiosa também foi tema da redação no simulado das escolas católicas



Em setembro, o simulado do Enem das escolas católicas de Fortaleza propôs a redação com o tema “Os impasses da intolerância religiosa na sociedade brasileira”. A proposta foi similar ao mote oficial da redação divulgado neste domingo pelo Inep - “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” .

A coordenadora de língua portuguesa do Colégio Nossa Senhora das Graças, Maria Iesse dos Santos, foi quem elaborou a prova de redação. Alunos de cerca de seis escolas de Fortaleza, segundo ela, participaram do simulado.

“Fiz uma pesquisa dos temas colocados nos sites e simulados de escolas. O que me levou a escolher esse tema foi o fato de ser uma escola católica. No mês de maio, o Ministério da Cultura lançou a campanha 'Filhos do Brasil', exatamente com meta de valorizar a diversidade religiosa, e esse fato me chamou a atenção”, conta.

As provas do Simulado Enec (Enem das Escolas Católicas) aconteceram nos dias 17 e 18 de setembro, no prédio do antigo Colégio Cearense. Todas as provas foram elaboradas pelo Grupo Geekie. Somente a redação foi elaborada pelas escolas. Neste ano, o Colégio Nossa Senhora das Graças ficou com a missão e acabou acertando o tema.

Fonte: O POVO Online

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Crase


A dúvida é sobre o uso da crase? Profa. Jamyle explica tudo direitinho e ainda testa seus conhecimentos! Confira os slides!

Crase

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

ENEM: Dicas para uma redação eficiente


Não há como falhar. Você acha que seu texto pode melhorar? Gostaria de escrever adequadamente? Quer dicas? Então, preste atenção aos "valiosos" conselhos a seguir:
  • Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, conforme deve ser do conhecimento de V.Sa. Outrossim, tal prática advém do esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.
  • Evite abrev., etc.
  • Anule aliterações altamente abusivas.
  • "não se esqueça das maiúsculas", como já dizia machado, meu professor lá no colégio santo inácio, no rio de janeiro.
  • Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
  • O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
  • Estrangeirismos estão out, palavras de origem portuguesa in.
  • Seja seletivo no emprego de gíria, bicho, mesmo que seja manero...?
  • Nunca generalize: generalizar é sempre um erro.
  • Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar repetitiva. A repetição vai fazer com que a palavra seja repetida.
  • Não abuse das citações. Como costumava dizer meu pai: "Quem cita os outros não tem ideias próprias".
  • Frases incompletas podem causar
  • Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes, isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma ideia.
  • Seja mais ou menos específico.
  • Frases com apenas uma palavra? Corte!
  • A voz passiva deve ser evitada.
  • Use a pontuação adequadamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação.
  • Nunca use siglas desconhecidas, conforme recomenda a A.G.O.P.
  • Exagerar é 100 bilhões de vezes pior do que a moderação.
  • Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"
Extraído de:

COSTA, Déborah; LOPES, Cristina. Leitura & produção de textos na Universidade. Campinas, SP: Editora Alínea, 2013, p.165.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Crônica Jornalística



Perdeu aula sobre a CRÔNICA JORNALÍSTICA? Quer revisar o conteúdo da aula? É só conferir os slides da Profa. Jamyle Azevedo! Fique ligado(a)!